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Sobre PNL, por Luciana G.Gouvêa .
A Programação Neurolingüística - PNL, é uma das técnicas usadas para facilitar uma vida equilibrada, pois se ocupa com a programação das ações (planejamento) para ser factível alcançar as metas desejadas, a partir da forma como pensamos e do modo como a linguagem nos afeta.
Trata-se de uma ciência nascida na segunda metade do século passado, baseada nos estudos e descobertas de John Grinder e Richard Bandler. De lá para cá, com o desenvolvimento das neurociências, dos modelos de terapias, da física quântica e do pensamento sistêmico, a PNL também vem se atualizando, e já se encontra na sua 3ª geração – a que diz respeito aos relacionamentos com os outros e relação da própria pessoa com ela mesma.
Esse novo modelo da PNL deixa bem claro o quanto a conscientização corporal favorece a “mente sã” das pessoas, conduzindo-as a um equilíbrio emocional que poderá ocasionar uma sensação maior de conexão com o todo, um fluir melhor, mais criatividade, satisfação de viver, alegria e vivacidade.
A conscientização quanto ao próprio soma (corpo físico) traz as pessoas para o momento presente. Respirar profundamente - percebendo o movimento largo do tórax, pisar com os pés chapados no chão possibilita estar consciente de que os pensamentos, os sentimentos e as ações encontram-se no aqui e agora, junto ao corpo que respira e pisa.
De acordo com a PNL, essa mão tem duas vias, assim, também é possível estar mais consciente do próprio soma e das ações para conquistar o “corpo são”, planejando a partir de como pensamos e sentimos.
Como já disse John Locke, “aquele que deseja ambos (mente sã em um corpo são), será um pouco melhor em tudo”. Desenvolver uma nova postura (física e mental) perante a vida, buscando melhorar o desempenho interpessoal (entre 2 ou mais pessoas) e intrapessoal (entre a pessoa e suas próprias questões) vai servir para fortalecer a alegria e o prazer de viver !
Campos e bioenergias, por Luciana Gouvêa.
Tempos atrás, retornando da Região dos Lagos, no Rio de Janeiro, aproveitei o tempo despendido no carro para trabalhar as minhas bioenergias. Eu sentava no banco do carona, ao lado dirigia meu marido e atrás se encontravam meus três filhos. O passeio seguia muito agradável, as crianças estavam tranqüilas, e eu vinha conversando, ouvindo música e praticando as mais variadas manobras com as bioenergias.
Já próximo à cidade de Niterói, de tanto que eu exercitara as energias, ficou muito fácil comandá-las com a minha vontade. Eu, então, as circulava como se fossem um gigantesco bambolê a minha volta, depois as inclinava até girá-las de cima para baixo e vice-e-versa, como se estivesse pulando corda, percebia colorações, parava e recomeçava novamente os movimentos e, assim, fui experimentando meu corpo energético - energossoma, durante o percurso.
Chegando ao Centro da cidade do Rio de Janeiro, passamos pela cena de um acidente, onde haviam vários carros de polícia envolvidos. Eu acabei focando minha atenção, por alguns instantes, nos acontecimentos do exterior enquanto buscava informações sobre o que ocorria e, consequentemente, exteriorizei minhas energias na direção do incidente.
Poucos segundos depois já não conseguia manter, com facilidade, os exercícios bioenergéticos. As energias pareciam muito pesadas e grudentas tal como uma massa de bolo, a vontade de que elas circulassem ao meu redor, deslizando facilmente, não mais prevalecia e o movimento desandava, num todo, criava grossas corcovas, causando baixa na minha lucidez.
Nesse ínterim pude observar que meu marido começava a bocejar repetidamente, ação que auxilia na desintoxicação energética devido a um conjunto de movimentos dos músculos da face, da aspiração e da expiração prolongadas do ar dos pulmões, notando, ainda, que meus três filhos encontravam-se agora agitados, falando mais alto, irritadiços, debochados, começando, inclusive, a se espancar.
Era noite, encontrávamo-nos próximo de casa e o clima permaneceu bem quente até que cada um tomasse seu banho, lanchasse e fosse repousar.
A experiência foi muito importante e serviu para demonstrar, mais uma vez , o quanto nosso holossoma (corpo físico + corpo energético + corpo emocional + corpo mental) sofre interferência do meio, a todo instante.
No início daquele passeio estávamos, os cinco passageiros, emocionalmente bem, trocando informações e papeando com tranqüilidade, fisicamente também estávamos ok , eu vinha exercitando minhas energias com facilidade e, de repente, sincronicamente após passarmos no meio de um acidente, a paz familiar desmoronou-se, em poucos minutos, numa sucessão de eventos .
Ao que os fatos indicam, o campo entrópico formado naquele ambiente do acidente afetou os pensamentos, os sentimentos e as energias dos cinco viajantes, repercutindo, inclusive, na ponta mais rústica do holossoma, o corpo físico, que respondeu cada um a seu modo, com bocejos, tapas, gritos e choramingos.
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Para Gestão de Conhecimento, por Luciana Gouvêa.
As neurociências já demonstraram que a mente humana não trabalha linearmente. É difícil para o nosso cérebro entender as palavras, uma ao lado da outra, linha após linha.
Como se já não bastasse o caos de informações que recebemos, os meios de comunicação - jornais, livros, revistas, noticiários, relatórios, pautas, pesquisas, números – apresentam-se enquadrados nesse formato que não serve a nós humanos.
Para solucionar essa questão, no século passado, Tony Buzan criou uma ferramenta espetacular, para facilitar a tarefa de aprender e gerenciar os conhecimentos. São os Mapas Mentais, amplamente utilizados nas grandes empresas dos países de 1º. Mundo. Confira alguns depoimentos:
IBM, Philip Morris, GE: “O empreendedor americano Peter Moore passa os olhos por 15 a 20 publicações por dia, desenhando Mapas Mentais de todos os conteúdos que encontra com achados significativos, mesmo que pareçam fatos anômalos Grandes corporações pagam muito dinheiro a ele, pelos resultados. Moore dirige uma empresa chamada Inferential Focus. Com apenas dois sócios, ele bisbilhota 300 a 350 publicações por mês, desenhando Mapas Mentais. A cada 15 dias ele se reúne com diretores da GE, IBM, Philip Morris e outras 35 instituições, para contar o que os Mapas Mentais mostraram, inclusive as tendências emergentes. Apenas com essa técnica, o grupo de Moore conseguiu predizer, sem nenhum outro investimento, a recessão de 1990-91 dezoito meses antes dos economistas do Federal Reserve. O mapeamento mental é essencial para uma empresa que precisa verificar e avaliar tendências futuras, mesmo com dados anômalos e parciais.” - Mark Fischetti, revista FastCompany .
FAA, Agência Federal de Aviação dos Estados Unidos: “Recentemente, a FAA usou Mapas Mentais para controlar 1.300 aeroportos durante os furacões Jeanne e Katrina. A visualização simplifica as informações apresentando-as graficamente, interativamente e de modo completamente intuitivo”.- Alan Stensland and Jim Deck – FAA .
Microsoft: Bill Gates afirmou:"... mapas mentais podem ser usados (...) para ajudar a conectar e sintetizar idéias e dados e, no fim, criar novo conhecimento." - Rev. Newsweek, ed.14/12/05.
Se você prestar bem atenção, 90% da informação está contida em apenas 20% das palavras de um texto e é por isso que trabalhar com Mapas Mentais facilita tanto o processo de analisar, ordenar, resumir e/ou ampliar as informações, melhorando a gestão do conhecimento, facilitando a compreensão dos textos e possibilitando a economia de até 75% do tempo despendido para estudos. |